Quando você vasculha sua gaveta ou seu armário a procura do que vestir, o que na realidade esta fazendo?
Esta pergunta nos trouxe um outro foco de pensamentos, e não apenas o ato de cobrir o corpo.
Muitos dizem que moda é comunicação. Mas qual é seu DNA de construção? Que carga genética existira, que nos faz comunicar nossos personagens sociais?
É comum interpretarmos alguém por seu jeito de vestir. Identificamos com certa facilidade, sexo, classe social, profissão e ate gostos pessoais quando analisamos alguém.
Mas quando passamos a analisar grupos, é preciso estar atentos a valores da estética, que são construídos por fatos históricos econômicos, sociais e religiosos. Eles terão seus reflexos claros ou camuflados, na forma de vestir da sua tribo. Perceber códigos e suas mensagens faz parte do nosso cotidiano.
A todo momento nos deparamos com frases, sejam escritas, verbalizadas ou transmitidas mediante gestos que querem nos dizer algo. A fala é uma ação, é o ato da fala, e se vestir é... Ação! O jeito de vestir a maneira como abotoamos ou amarramos (ou não ) nossos sapatos são códigos ainda mais sutis, isto é, esses detalhes são cuidadosamente elaborados para comunicar pertencimento negação ou estatos para um determinado decodificador.
As roupas e os acessórios dessa construção tem o gestual de quem os usa como reforço de linguagem. Essa decodificação é involuntária e natural. Para profissionais de moda ou apaixonados pelo tema, essa análise pode ser de grande valia para identificarmos tendências de moda ou consumo, ou ambos. N mínimo será curioso tentar descobrir o que passa na cabeça de quem veste isso ou aquilo. Mas como podemos decodificar essas mensagens?
Os signos e códigos, podem ser úteis para analisar os que estão ao nosso redor. São eles: forma, cor, materiais, composição e gestual.
Podemos observar tudo isso que dissemos com a imagem ao lado:
A imagem foi capturada em Camden town, bairro do distrito de Camden, em Londres, na saída da estação.
Camden Town é onde os descolados locais, disputam com os turistas mais informados as novidades, pois é disso que se trata o lugar: um grande centro de difusão de novidades.
A salada de estilo apresenta todos os ingredientes da cultura pop britânica: punks de tradição, góticos clubbers.
O analisado faz parte dos transeudentes do local, que tem uma das maiores vocações para vanguarda e diversidade do planeta desde que Pink Floyd fez sua performance no primeiro grande evento de Rock.
Concluímos que trata-se de uma pessoa de vanguarda. A novidade é o seu real objeto de desejo. Usar referencias do passado contemporaneizadas demonstra conhecimento de saber se produzir. Estar na moda para ele é não estar conforme os outros. A mensagem é: “Eu sou o transgressor!” E não é da transgressão que a moda depende? A mudança e a novidade vem da ruptura com o que existe, o que encontramos nas lojas amanhã depende diretamente da cena urbana de hoje.
Esta pergunta nos trouxe um outro foco de pensamentos, e não apenas o ato de cobrir o corpo.
Muitos dizem que moda é comunicação. Mas qual é seu DNA de construção? Que carga genética existira, que nos faz comunicar nossos personagens sociais?
É comum interpretarmos alguém por seu jeito de vestir. Identificamos com certa facilidade, sexo, classe social, profissão e ate gostos pessoais quando analisamos alguém.
Mas quando passamos a analisar grupos, é preciso estar atentos a valores da estética, que são construídos por fatos históricos econômicos, sociais e religiosos. Eles terão seus reflexos claros ou camuflados, na forma de vestir da sua tribo. Perceber códigos e suas mensagens faz parte do nosso cotidiano.
A todo momento nos deparamos com frases, sejam escritas, verbalizadas ou transmitidas mediante gestos que querem nos dizer algo. A fala é uma ação, é o ato da fala, e se vestir é... Ação! O jeito de vestir a maneira como abotoamos ou amarramos (ou não ) nossos sapatos são códigos ainda mais sutis, isto é, esses detalhes são cuidadosamente elaborados para comunicar pertencimento negação ou estatos para um determinado decodificador.
As roupas e os acessórios dessa construção tem o gestual de quem os usa como reforço de linguagem. Essa decodificação é involuntária e natural. Para profissionais de moda ou apaixonados pelo tema, essa análise pode ser de grande valia para identificarmos tendências de moda ou consumo, ou ambos. N mínimo será curioso tentar descobrir o que passa na cabeça de quem veste isso ou aquilo. Mas como podemos decodificar essas mensagens?
Os signos e códigos, podem ser úteis para analisar os que estão ao nosso redor. São eles: forma, cor, materiais, composição e gestual.
Podemos observar tudo isso que dissemos com a imagem ao lado:
A imagem foi capturada em Camden town, bairro do distrito de Camden, em Londres, na saída da estação.
Camden Town é onde os descolados locais, disputam com os turistas mais informados as novidades, pois é disso que se trata o lugar: um grande centro de difusão de novidades.
A salada de estilo apresenta todos os ingredientes da cultura pop britânica: punks de tradição, góticos clubbers.
O analisado faz parte dos transeudentes do local, que tem uma das maiores vocações para vanguarda e diversidade do planeta desde que Pink Floyd fez sua performance no primeiro grande evento de Rock.
Concluímos que trata-se de uma pessoa de vanguarda. A novidade é o seu real objeto de desejo. Usar referencias do passado contemporaneizadas demonstra conhecimento de saber se produzir. Estar na moda para ele é não estar conforme os outros. A mensagem é: “Eu sou o transgressor!” E não é da transgressão que a moda depende? A mudança e a novidade vem da ruptura com o que existe, o que encontramos nas lojas amanhã depende diretamente da cena urbana de hoje.
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